Ao contrário das actuais gerações, temos de aceitar que a nossa (geração) é um pouco disfuncional no que concerne a computadores.
Aqueles de nós que aprenderam algumas coisas foi, por um lado pela necessidade e com força de vontade e também de não querer ficar para trás.
E fomos vencendo, uns com melhores e outros com piores resultados; no entanto, fizemos alguma coisa, e o certo é que conseguimos integra-nos o suficiente em relação a este desafio que nos apanhou numa determinada fase da vida.
Mas, e aqui um recado para a Maitê Proença: todos nós temos capacidade de discernir a diferença que há entre um empregado de hotel e um técnico de informática, coisa que ela não conseguiu assimilar, preferiu rir dos portugueses, quando na realidade deveria rir (ou chorar) dela própria.
Pior do que Olivia costureira e a Olivia Patroa, tempos agora o caso da Proença ...... a Nova ou da Proença .......a Velha.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Autárquicas - Trágedia em Ermelo
Hoje, dia de eleições para as Autarquias (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), o dia não começou bem para um cidadão de Ermelo, no concelho de Mondim de Basto, o qual foi atingido mortalmente a tiro por um opositor partidário da lista de que fazia parte a sua mulher. Existem declarações onde consta que já existiam demandas e discórdias anteriores entre estes dois indivíduos. Interrogo-me sobre se as questões que levaram a este trágico desfecho terão sido efectivamente tão importantes? E como classificar indivíduos que se apresentam armados nas mesas de voto? E onde estão os princípios, a ética política, direi mesmo, o próprio programa político? Será que estes dois contendores terão conseguido apresentar aos seus eleitores os programas dos respectivos partidos para a sua freguesia? Coloco as minhas dúvidas. E porquê? Porque uma das declarações que ouvi num canal de televisão foi que haviam ameaças junta da população para votação na sua lista. Isto, chamem-lhe o que quiserem, será tudo menos política. Mas, infelizmente, é o que temos. Mas será isto que merecemos?
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Degradação dos Edifícios em Lisboa
Há políticos que não olham a meios para ficar para a História: embora todos, ou a maioria, queiram ficar pelos melhores motivos, infelizmente nem todos o conseguem. Sempre que podem, pretendem ficar para a posteridade pelas suas iniciativas ou ligações a grandes mudanças ou grandes obras. No entanto, talvez não fossem desajustadas outras escolhas, menos espectaculares e aparentemente mais simples, mas que - nem por isso - deixariam de ser tão ou mais importantes e significativas para os cidadãos que representam - quer a nível nacional, regional ou local.
Quando penso nisto ocorrem-me várias situações, porém a mais emblemática e mais próxima é, sem dúvida, o túnel do Marquês de Pombal. Não pretendo com isto discutir a sua utilidade nas actuais circunstâncias, não é o caso, mas penso que se o dinheiro que foi gasto nesta obra fosse canalizado para a recuperação das centenas ou mesmo milhares de edifícios degradados que existem por toda a cidade de Lisboa, com vista ao seu povoamento por pessoas que se vêem obrigadas a viver fora dela, conseguir-se-iam algumas vantagens não menores que as do referido túnel, a saber: se as pessoas vivessem na cidade deixaria de haver o movimento pendular de entradas e saídas, pelo menos com a actual dimensão; se houvesse menos pessoas a entrar e a sair, o nível de poluição baixaria porque diminuiria o número de viaturas em circulação, logo reduziria também a dependência externa em relação a este tipo de energia. Por outro lado, e provavelmente não menos importante, a cidade ficaria muito mais bonita depois de recuperados o seus edifícios, hoje degradados. E deixaria de ser, à noite, uma cidade fantasma e insegura como às vezes parece.
Seja como for, desde que conheço Lisboa nunca vi os seus imóveis tão degradados com nos últimos anos - direi mesmo, nas últimas décadas. E, até agora, ainda não dei conta de que algum presidente ou ex-presidente de câmara tivesse problemas de consciência por não ter feito, ou contribuído um pouco, para evitar o estado de degradação a que chegaram muitos imóveis da capital.
Quando penso nisto ocorrem-me várias situações, porém a mais emblemática e mais próxima é, sem dúvida, o túnel do Marquês de Pombal. Não pretendo com isto discutir a sua utilidade nas actuais circunstâncias, não é o caso, mas penso que se o dinheiro que foi gasto nesta obra fosse canalizado para a recuperação das centenas ou mesmo milhares de edifícios degradados que existem por toda a cidade de Lisboa, com vista ao seu povoamento por pessoas que se vêem obrigadas a viver fora dela, conseguir-se-iam algumas vantagens não menores que as do referido túnel, a saber: se as pessoas vivessem na cidade deixaria de haver o movimento pendular de entradas e saídas, pelo menos com a actual dimensão; se houvesse menos pessoas a entrar e a sair, o nível de poluição baixaria porque diminuiria o número de viaturas em circulação, logo reduziria também a dependência externa em relação a este tipo de energia. Por outro lado, e provavelmente não menos importante, a cidade ficaria muito mais bonita depois de recuperados o seus edifícios, hoje degradados. E deixaria de ser, à noite, uma cidade fantasma e insegura como às vezes parece.
Seja como for, desde que conheço Lisboa nunca vi os seus imóveis tão degradados com nos últimos anos - direi mesmo, nas últimas décadas. E, até agora, ainda não dei conta de que algum presidente ou ex-presidente de câmara tivesse problemas de consciência por não ter feito, ou contribuído um pouco, para evitar o estado de degradação a que chegaram muitos imóveis da capital.
sábado, 3 de outubro de 2009
Quanto ganhou Frank Gehry? Foi baratissimo
Santana Lopes disse hoje que o trabalho feito pelo arquitecto Frank Gehry foi baratíssimo. Porquê, pergunto eu? Porque não foi ele que pagou. Sei que Santana Lopes e outros que tais, do partido dele e de outros partidos, gostam muito de grandes obras, para ficarem para a posteridade. Mas por vezes há coisas simples e mais práticas que são muito mais benéficas para as populações. Por exemplo, enquanto se desviaram verbas para a construção do túnel do Marquês, melhor seria proceder-se à reabilitação das muitas casas degradadas que existem em Lisboa, e que são cada vez mais, e que tivessem em vista o repovoamento da capital com rendas acessíveis para jovens, a fim de evitar que Lisboa estivesse deserta à noite e aos fins-de-semana. Mas não, preferem as "grandes obras".
E depois esquecem as pequenas coisas, como por exemplo, manutenção e recuperação de jardins e outros espaços de lazer, alegando falta de verbas. Mas todos estes organismos, estão cheios de gente com cartões de partidos que estão ou estiveram no poder, os quais nada fazem das tarefas acima referidas para dar outro ar à cidade. Não, está toda a gente em gabinetes, onde - alguns - raramente aparecem. Mas são pagos.
PS). Ainda a propósito de Frank Gehry: esta semana ouvi uma notícia que referia que tinha sido pago a 650 mil euros por hora. Será Verdade? Se sim, somos um País rico, embora cheio de pobres.
E depois esquecem as pequenas coisas, como por exemplo, manutenção e recuperação de jardins e outros espaços de lazer, alegando falta de verbas. Mas todos estes organismos, estão cheios de gente com cartões de partidos que estão ou estiveram no poder, os quais nada fazem das tarefas acima referidas para dar outro ar à cidade. Não, está toda a gente em gabinetes, onde - alguns - raramente aparecem. Mas são pagos.
PS). Ainda a propósito de Frank Gehry: esta semana ouvi uma notícia que referia que tinha sido pago a 650 mil euros por hora. Será Verdade? Se sim, somos um País rico, embora cheio de pobres.
Anita e as Touradas
Acabo de ouvir declarações da presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, eleita pelo Bloco de Esquerda, a qual defende os Toiros de Morte. Sou natural do Ribatejo, de um concelho vizinho de Salvaterra de Magos, e também nasci a aprender a ir às touradas, a partir dos 6 anos, pela mão do meu pai. Mas depois cresci e reflecti e deixei de ir porque fui sensibilizado para o sofrimento dos touros. É esse o conselho que dou à senhora presidente da Câmara de Salvaterra de Magos: que reflicta sobre o sofrimento dos animais. Está sempre a tempo de mudar.
Os Submarinos e as Comissões
Afinal quanto custaram os submarinos que o ministro da Defesa Paulo Portas comprou aos alemães? Qual o valor das comissões? Quem as ganhou? Que valores foram para os cofres partidários, se é que foram? Até que ponto a justiça consegue ir ao fundo da questão? Que penalizações irão ser aplicadas aos prevaricadores, se os houve? Que confiança poderão ter os portugueses nestes políticos que se insinuam acima de qualquer suspeita - e que até se dizem crentes e vão à missa? Ou seja, será que vão à missa e metem a mão na massa.
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